Hoje a proposta era selecionar e combinar palavras numa sequência lógica formando frases com sujeito de predicado.
A turma foi dividida em 5 equipes que tinham a MISSÃO de formar 9 frases.
Alguns co seguiram rapidinho, ainda lembraram aos colegas que para conseguir tinha que observar que todas as frases começavam com letra maiúscula e terminava com ponto final.
Foi uma super dica!!
Todos mandaram muito bem!
terça-feira, 27 de agosto de 2019
Participação na Oficina para professores de língua portuguesa
Minha participação na OLP teve início em 2010 quando ministrava aulas de Língua Portuguesa na escola municipal Lélia Silva Trindade. Foram duas tentativas frustrantes, pois os textos de meus alunos não passavam da fase escolar. Mas em 2014 tive a sorte de ter 2 alunas classificadas para a semifinal nos gêneros crônica e memórias literárias.
Na olimpíada seguinte mais 1 aluna classificada para a semifinal a qual também foi finalista.
Foram experiências maravilhosas e que hoje posso compartilhar com outros colegas docentes. Creio que podemos fazer grande diferença na vida de nossos alunos, pois a escrita assim como a leitura pode transformar vidas.
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Dinâmica estoura balão
Dinâmica realizada com a turma do 7° ano da Unidade Escolar Letícia Macedo para ensinar Advérbio.
Os alunos estouram o balão e citam exemplos do tipo de advérbio contido no balão.
Na sequência citam uma frase usando o advérbio para construir um texto coletivo.
Eles amaram essa aula e o texto ficou bem divertido.
Os alunos estouram o balão e citam exemplos do tipo de advérbio contido no balão.
Na sequência citam uma frase usando o advérbio para construir um texto coletivo.
Eles amaram essa aula e o texto ficou bem divertido.
Pronto, falei!
VASCULHANDO MINHAS MEMÓRIAS...
Há algum tempo me descobri “apaixonada.” A paixão que aqui declaro, pertence a um gênero literário bastante incomum. Memórias – esse é o gênero! Às vezes, me pego mergulhada num mundo onde habita apenas lembranças de um tempo onde a vida aqui em minha pequena e pacata Anísio de Abreu, ainda era inocente! Lembro visivelmente dos “carreiros” que conduzia a mim e meu irmão mais velho, até a casa de minha amada avó... Lembro que íamos pela rua de trás como nós chamávamos, seguíamos o carreirinho em meio aos espinhos e os marmeleiros, após atravessarmos esse caminho, passávamos pelo umbuzeiro que havia ali perto, local onde hoje funciona o SAMU. Nessa época, deveria ter por meus 4 anos de idade, ainda muito pequena, pude guardar em minhas memórias as melhores lembranças de minha infância e de minha cidade.
- O enorme juazeiro da casa do Sr Deó;
- A caixa D’água, que ficava próximo à antiga Delegacia;
- O Abrigo, que no início da década de 1980 deu lugar à nossa Igreja Matriz;
- A Capelinha de São João Batista (onde fui batizada em 1976, mesmo ano de meu nascimento), local onde hoje é o Salão Paroquial;
- O parquinho que havia na Lagoinha, local onde hoje é o nosso Mercado Municipal,
- O Mercado Velho (hoje Fórum da cidade), mercado onde vendiam carnes;
- As feirinhas onde os mascates comercializavam seus produtos;
- As bodegas (a do Lolô era a mais visitada pelas crianças, pela variedade de doces que tinha);
- O sorvete na casquinha do clube do Salu (CCAA – Clube Central de Anísio de Abreu, onde se servia o melhor doce de leite que já saboreei), era lá que aconteciam os MELHORES FESTEJOS DA REGIÃO (22,23 e 24 de junho, festa social fechada aos pagantes). Todos os abreulinos (como eram chamados os anisienses) economizavam para comprar as melhores e mais bonitas roupas para a festa que, se não me engano, iniciava sempre após a missa do padroeiro;
Lembro também de pessoas que marcaram minha infância e juventude, pois nasci, estudei e cresci nesta cidade. Minha adolescência vivi em São Raimundo Nonato, mas nunca passei um final de semana sem estar em Anísio de Abreu.
- Tia Vanda (Escolinha Chapeuzinho Vermelho), Pe. Dico, amigo que me conduziu às pastorais da Igreja Católica, das quais participei por décadas, Tia Toinha (professora); Tia Deja, Seu Bibiano (e seus Leilões)...Pessoas que me ensinaram muito e que as tenho como exemplo.
Em minhas memórias também estão os eventos culturais que participei entre eles: os Desfiles de 7 de setembro, As Quadrilhas da PJ (organizadas pela Pastoral da Juventude), Os reisados, as rezas na casa de minha avó, as rodas para São Gonçalo...Há eventos religiosos que também marcaram minha vida, que não raro passam a habitar um cantinho de minhas memórias: O Grito dos excluídos, Os teatros nas escolas, nas ruas e nas comunidades, As Celebrações nas casas das Famílias,Os mutirões para construção de Igrejas, As Santas Missões Populares, A Coroação de Nossa Senhora, As procissões, As missas que eram celebradas apenas com dois ou três pessoas e, principalmente as missas lotadas que ora estão ocorrendo em nossa comunidade.
Sei que muitos moradores de nossa Abreu, devem ter melhores lembranças do que eu, porém acredito que ninguém já presenciou, nesses 50 anos de emancipação política, tamanha FALTA DE RESPEITO a uma AUTORIDADE RELIGIOSA. Me sinto ENVERGONHADA de morar em uma cidade onde “seres” que se dizem católicos se prestam a um papel tão baixo, mesquinho e ridículo, difamando sua própria religião, em nome de uma “CULTURA INCULTA” que se baseia em inverdades e que gera revolta entre seus habitantes. [Pronto, falei!]
Texto escrito em junho de 2013.
Rosa Luzia Ribeiro da Silva
Há algum tempo me descobri “apaixonada.” A paixão que aqui declaro, pertence a um gênero literário bastante incomum. Memórias – esse é o gênero! Às vezes, me pego mergulhada num mundo onde habita apenas lembranças de um tempo onde a vida aqui em minha pequena e pacata Anísio de Abreu, ainda era inocente! Lembro visivelmente dos “carreiros” que conduzia a mim e meu irmão mais velho, até a casa de minha amada avó... Lembro que íamos pela rua de trás como nós chamávamos, seguíamos o carreirinho em meio aos espinhos e os marmeleiros, após atravessarmos esse caminho, passávamos pelo umbuzeiro que havia ali perto, local onde hoje funciona o SAMU. Nessa época, deveria ter por meus 4 anos de idade, ainda muito pequena, pude guardar em minhas memórias as melhores lembranças de minha infância e de minha cidade.
- O enorme juazeiro da casa do Sr Deó;
- A caixa D’água, que ficava próximo à antiga Delegacia;
- O Abrigo, que no início da década de 1980 deu lugar à nossa Igreja Matriz;
- A Capelinha de São João Batista (onde fui batizada em 1976, mesmo ano de meu nascimento), local onde hoje é o Salão Paroquial;
- O parquinho que havia na Lagoinha, local onde hoje é o nosso Mercado Municipal,
- O Mercado Velho (hoje Fórum da cidade), mercado onde vendiam carnes;
- As feirinhas onde os mascates comercializavam seus produtos;
- As bodegas (a do Lolô era a mais visitada pelas crianças, pela variedade de doces que tinha);
- O sorvete na casquinha do clube do Salu (CCAA – Clube Central de Anísio de Abreu, onde se servia o melhor doce de leite que já saboreei), era lá que aconteciam os MELHORES FESTEJOS DA REGIÃO (22,23 e 24 de junho, festa social fechada aos pagantes). Todos os abreulinos (como eram chamados os anisienses) economizavam para comprar as melhores e mais bonitas roupas para a festa que, se não me engano, iniciava sempre após a missa do padroeiro;
Lembro também de pessoas que marcaram minha infância e juventude, pois nasci, estudei e cresci nesta cidade. Minha adolescência vivi em São Raimundo Nonato, mas nunca passei um final de semana sem estar em Anísio de Abreu.
- Tia Vanda (Escolinha Chapeuzinho Vermelho), Pe. Dico, amigo que me conduziu às pastorais da Igreja Católica, das quais participei por décadas, Tia Toinha (professora); Tia Deja, Seu Bibiano (e seus Leilões)...Pessoas que me ensinaram muito e que as tenho como exemplo.
Em minhas memórias também estão os eventos culturais que participei entre eles: os Desfiles de 7 de setembro, As Quadrilhas da PJ (organizadas pela Pastoral da Juventude), Os reisados, as rezas na casa de minha avó, as rodas para São Gonçalo...Há eventos religiosos que também marcaram minha vida, que não raro passam a habitar um cantinho de minhas memórias: O Grito dos excluídos, Os teatros nas escolas, nas ruas e nas comunidades, As Celebrações nas casas das Famílias,Os mutirões para construção de Igrejas, As Santas Missões Populares, A Coroação de Nossa Senhora, As procissões, As missas que eram celebradas apenas com dois ou três pessoas e, principalmente as missas lotadas que ora estão ocorrendo em nossa comunidade.
Sei que muitos moradores de nossa Abreu, devem ter melhores lembranças do que eu, porém acredito que ninguém já presenciou, nesses 50 anos de emancipação política, tamanha FALTA DE RESPEITO a uma AUTORIDADE RELIGIOSA. Me sinto ENVERGONHADA de morar em uma cidade onde “seres” que se dizem católicos se prestam a um papel tão baixo, mesquinho e ridículo, difamando sua própria religião, em nome de uma “CULTURA INCULTA” que se baseia em inverdades e que gera revolta entre seus habitantes. [Pronto, falei!]
Texto escrito em junho de 2013.
Rosa Luzia Ribeiro da Silva
sexta-feira, 31 de maio de 2019
Semana da Arte Moderna e exposição da Arte de Vanguarda
No último dia 30 de maio os alunos do 3° ano A da Unidade Escolar Letícia Macedo apresentaram para toda a comunidade escolar o projeto arte de Vanguarda no qual contou também com a exposição de telas pintadas pelos próprios alunos e peça teatral sobre a semana da Arte Moderna de 22.
Preparação dos painéis
Exposição
Peça teatral
Preparação análise de telas
domingo, 26 de maio de 2019
Um pequeno gesto, um grande exemplo.
A tarde ensolarada daquele 26 de maio e o calor escaldante do nosso semiárido piauiense não se comparava ao calor humano que exalava daquele povo que ali estava.
No calçadão, centro comercial daquela pacata cidade, havia de tudo um pouco. O moço do quiosque vendendo seu picolé, a banca de temperos recheada das mais variadas iguarias, alguns passantes apressados e eu que observava ao longe todo o movimento.
Na ponta oposta do calçadão, lá estava ele: lindo, majestoso e exuberante. Parecia que as marcas do tempo não lhes afetara.
Como seria legal poder ler seus pensamentos e desvendar os segredos que ele guarda em suas memórias!
Ah! Quem me dera um dia, ser agraciada pelo seu afeto e cuidado.
Não me contentei apenas em observá-lo de longe, me aproximei e fui logo perguntando a uma moradora se ela sabia a sua idade... Educadamente, ela indagou à sua avó se ela sabia responder àquela pergunta.
Para a minha surpresa, afirmou-me que não sabia exatamente, mas que quando a mesma chegou há mais de 60 anos ele já existia ali...
É de admirar a sua plenitude e resistência, pois por incrível que pareça continua intacto, apesar do peso de sua idade.
Quanta gente ele já acolheu ao seu redor, quantas crianças já riram e se divertiram em volta daquele tão acolhedor habitante de minha cidadezinha.
Hoje levarei para casa um grande exemplo de amizade, companheirismo e resistência. E, para minha vida toda, sua magnitude e Fortaleza!
Quem é ele?
Apenas um pé de figueira que embeleza a avenida há mais de 60 anos.
Cronicando um pouquinho✍😚
Após aula realizada na turma de 9° ano da Unidade Escolar Lélia SilvaTrindade onde foi feita a Oficina de Fotografias pelas ruas da cidade de Anisio de Abreu, resolvi escrever está crônica para mostrar aos meus alunos como escrever uma crônica.
No calçadão, centro comercial daquela pacata cidade, havia de tudo um pouco. O moço do quiosque vendendo seu picolé, a banca de temperos recheada das mais variadas iguarias, alguns passantes apressados e eu que observava ao longe todo o movimento.
Na ponta oposta do calçadão, lá estava ele: lindo, majestoso e exuberante. Parecia que as marcas do tempo não lhes afetara.
Como seria legal poder ler seus pensamentos e desvendar os segredos que ele guarda em suas memórias!
Ah! Quem me dera um dia, ser agraciada pelo seu afeto e cuidado.
Não me contentei apenas em observá-lo de longe, me aproximei e fui logo perguntando a uma moradora se ela sabia a sua idade... Educadamente, ela indagou à sua avó se ela sabia responder àquela pergunta.
Para a minha surpresa, afirmou-me que não sabia exatamente, mas que quando a mesma chegou há mais de 60 anos ele já existia ali...
É de admirar a sua plenitude e resistência, pois por incrível que pareça continua intacto, apesar do peso de sua idade.
Quanta gente ele já acolheu ao seu redor, quantas crianças já riram e se divertiram em volta daquele tão acolhedor habitante de minha cidadezinha.
Hoje levarei para casa um grande exemplo de amizade, companheirismo e resistência. E, para minha vida toda, sua magnitude e Fortaleza!
Quem é ele?
Apenas um pé de figueira que embeleza a avenida há mais de 60 anos.
Cronicando um pouquinho✍😚
Após aula realizada na turma de 9° ano da Unidade Escolar Lélia SilvaTrindade onde foi feita a Oficina de Fotografias pelas ruas da cidade de Anisio de Abreu, resolvi escrever está crônica para mostrar aos meus alunos como escrever uma crônica.
terça-feira, 14 de maio de 2019
O Bom ladrão
A romantização do crime tem se popularizado nas últimas décadas; graças a isso, torna-se comum ver artigos, entrevistas e até notícias onde o criminoso deixa de ser o agressor e se torna a vítima, mas o maior problema é quando este pensamento chega na política.
Essa romantização acaba sendo aceita por vir disfarçado de algo bom, como justiça. Como no famoso caso do homem que foi pego tentando roubar uma bicicleta que teve sua testa tatuada com a frase "eu sou ladrão e vacilão", onde algumas pessoas se comoveram com o ladrão e demonizaram o tatuador que, embora também estivesse errado, acabou saindo como o verdadeiro bandido, e algum tempo depois o mesmo homem que foi tatuado foi pego após cometer outro roubo.
Quando essas ideias chegam na política, cria-se uma inversão de valores, onde o policial vira bandido e o bandido vira vítima. Tal inversão abre as portas para uma maior onda de crimes, já que a justiça tende a aliviar, nesse caso, o lado do bandido, fazendo o crime de fato compensar.
Com essa situação, o Brasil consegue atingir cerca de 60.000 assassinatos por ano. O que causa desconforto nos cidadãos de bem que, mesmo em dificuldades, mantém sua honestidade.
Embora muitos políticos acreditem que a solução está no número de policiais, equipamentos, etc. O verdadeiro problema se encontra nas leis, que burocratizam a verdadeira justiça. Países menos desenvolvidos que o Brasil, como o Chile, possuem muito mais segurança devido às suas leis.
Guilherme Ribeiro Dias
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